Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch
Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch

Forças Armadas da Alemanha se tornaram motivo de piada

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Forças Armadas da Alemanha se tornaram motivo de piada

A ministra acusada de destroçar as Forças Armadas da Alemanha foi nomeada como a próxima presidente da Comissão Europeia.

O constrangimento mais recente do Exército alemão — a suspensão dos voos de 53 de seus helicópteros Tiger neste mês devido a falhas técnicas — é apenas o mais recente de uma longa série de humilhações promovidas pela ministra da Defesa, Ursula von der Leyen.

Um país outrora temido por sua implacável eficiência militar se tornou motivo de piada entre as potências da Europa.

Não é justo colocar todos os problemas militares da Alemanha na conta de von der Leyen, que atua como ministra da Defesa desde 2013.

No entanto, a explosão de inadequações militares que vieram à tona durante a era von der Leyen são assustadoras.

Durante sua gestão, os exercícios militares da Alemanha foram drasticamente reduzidos. Em 2014, por exemplo, um batalhão alemão em um exercício da OTAN na Noruega foi forçado a usar uma vassoura pintada para simular uma arma porque ela não era real.

Um documento revelou que os caças Eurofighter e Tornado da Força Aérea Alemã, juntamente com seus helicópteros de transporte, só estão disponíveis para uso por uma média de quatro meses por ano — passando o resto do tempo previsto para manutenção e reparo.

Apesar da situação precária, a ministra Ursula von der Leyen aumentou consideravelmente o orçamento militar, que subiu de 38,5 bilhões de euros, em 2018, para 43,5 bilhões de euros este ano.

Mas, mesmo com todos esses bilhões no orçamento, a Alemanha não cumprirá sua obrigação de membro da OTAN de gastar 2% do PIB por ano em defesa — chegando apenas a 1,5%.

Este posicionamento do governo Angela Merkel tem sido alvo de duras críticas do presidente norte-americano, Donald Trump, que pede um maior engajamento financeiro dos países europeus na defesa do continente.

Texto escrito originalmente por Ross Clark no site britânico Spectator. 

Compartilhe

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no telegram
Compartilhar no reddit
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email