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Foro de São Paulo defende libertação do ex-presidente Lula

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Representantes da extrema-esquerda da América Latina exigiram neste domingo (15) a libertação do petista Lula na abertura do 26º Foro de São Paulo, que vai até a próxima terça-feira, em Havana, capital de Cuba.

O clamor pela libertação de Lula foi ouvido desde o discurso de abertura do evento. A secretária-executiva do Foro de São Paulo, Mónica Valente, declarou:

Para impedir que volte a presidir o Brasil, Lula se encontra injustamente preso há 100 dias, mas seguimos resistindo, lutando.

Após o discurso, parte dos presentes iniciou um canto de “Lula livre” no auditório do Palácio de Convenções de Havana, que reúne 439 delegados, entre eles políticos e ativistas.

A ex-presidente Dilma Rousseff está no evento e afirmou que Lula é um preso político.

‘Eles [a imprensa] queriam destruir o PT e o presidente Lula. A cada dia que passa, Lula se aproxima mais das urnas’, declarou Dilma.

A presença do ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, e da Bolívia, Evo Morales, são esperadas em um dos três dias do evento, assim como do primeiro-secretário do Partido Comunista de Cuba (PCC), o ex-presidente Raúl Castro.

O Foro de São Paulo, que não era realizado em Cuba desde 2011, tem como objetivo nesta XXIV edição buscar a unidade da extrema-esquerda em relação aos supostos “ataques do imperialismo dos Estados Unidos”.

O evento inclui partidos políticos de esquerda de Argentina, Aruba, Barbados, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Curaçao, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, Martinica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Trinidade e Tobago, Uruguai e Venezuela.

 

Com informações de BOL

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