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OPINIÃO: O Foro, a Venezuela, a Bolívia e a Igreja Católica

A menos que você seja uma pessoa completamente tranquila e desligada das atualidades, fora dos grupos de whatsapp e longe do “foicebook” você já deve ter ouvido ou lido qualquer coisa que seja sobre o Foro de São Paulo.

Foro este que por muito tempo existiu sem sequer ser mencionado, falado, discutido, ou sequer noticiado por qualquer veículo da imprensa. Pode-se pensar assim, que tal associação seja desinteressante então, correto? Bem, não é esse o caso.

O Foro de São Paulo é uma união de tudo que não presta na esquerda brasileira, latina e mundial. É um ajuntamento de tudo que não presta no comunismo reunido exatamente para proliferar, disseminar, alcançar qualquer instância da sociedade com as “maravilhas” desse sistema falido denominado comunismo, estado grande ou socialismo ou seja lá o que for.

Idealizado em décadas passadas mas realmente concebido no início dos anos 90, o Foro teve como fundadores pessoas do quilate de Fidel Castro, Luis Inácio da Silva, José Dirceu, Fernando Henrique Cardoso dentre outras mentes “brilhantes” com o intuito de trazer o melhor do esquerdismo raiz para toda América latina e depois o mundo.

Ainda que pareça algo como teoria da conspiração, note o fato de que todos os seus integrantes conseguiram sucesso em seus países a ponto de ao mesmo tempo quase toda a América do sul ser dominada por governos de esquerda. Países como Brasil, Argentina, Chile, Equador, Venezuela, Bolívia e outros todos trabalhando em conjunto para a realização da sua “Pátria Grande”, algo como a finada União Soviética, mas movida a base de coca, maconha, armas ilegais e muita, muita ideologia de gênero, cotas raciais, feminismo e outras doenças mentais que afligem a nossa sociedade nos dias de hoje.

Mas o foro que comento é apenas parte introdutória do que realmente quero comentar por essas linhas. Tanto o Foro como os partidos nacionais que o criaram também antes foram criados e apoiados por uma parte até então pequena da igreja católica, mas que nos dias de hoje é mais que dominante, é absoluta dentro da igreja. Pessoas que hoje movem esse movimento conhecido como “Teologia da Libertação” hoje dominam toda a igreja. Não só no Brasil, na CNBB, mas creio até no Vaticano.

Quase diariamente somos atacados e vemos vilipendiadas nosa religião cristã, seja em seus símbolos, seus templos, suas regras, suas leis, em prol de um ridículo estado laico, e em favor de qualquer outra crença ou movimento político. O chocante é perceber que isso ao que parece vem de dentro da própria igreja. A começar de seu principal líder. Um sujeito com cara de bonzinho, jeito de humilde, carinha de bom moço mas que tem uma quedinha quase homoafetiva por todo e qualquer corrupto e ditador que se conheça pelo mundo todo, principalmente pelos das redondezas, ama aparecer para a imprensa oficial com atos tidos como de uma pessoa humilde, mas essa máscara é falsa, tal qual uma nota de três reais. As igrejas por toda Europa tem sido destruídas, saqueadas, profanadas, mas ele nada faz. O islã fala e acontece e não recebe a mínima resposta ou sequer alguma atitude de afronta. Pelo contrário, é quase que obrigatório ver e ouvir e aceitar tudo que acontece.

Por quê? Com que fundamento isso? Quando o papa recebe uma imagem de Jesus Cristo preso a uma foice e martelo, a reação dele com esse “presente” não seria não aceitar? Isso não é algo que nos insulta?

Na Venezuela é sabido que valores da igreja, tanto quanto o desarmamento civil e estatização de empresas e outras ações dos seus presidentes Hugo Chávez e agora Nicolás Maduro, são responsáveis diretos pelo caos que se instalou naquele país. O país com as maiores reservas de petróleo do mundo, ou seja, totalmente rico e podendo ser equilibrado em suas finanças, hoje tem grande parte de sua população passando fome e comendo lixo. Revirando latas e lixeiras, buscando em assaltos nas estradas roubar qualquer coisa que se possa comer, invadindo fazendas e matando gado e já carneando ali mesmo, o que for possível levar pra casa, pra alimentar a família.

Essa semana muito se falou (longe da grande mídia é claro) sobre as novas leis penais da Bolívia. Lá nesse país hermoso onde seu presidente faz e acontece com as leis a fim de se perpetuar no poder, visto que já está indo ao seu 4º mandato, ele agora pretende por medida de lei, pela força, de cima para baixo impor a proibição da fé católica como a conhecemos. Assim, na canetada, ou se preferirem discordar, na base do fuzil e muita tirania.

Em meio a informações desencontradas, excessos e recuos, alguns detalhes saltam aos olhos, aqui alguns deles:

– chamar pessoas para participação em organizações religiosas ou de culto, prisão de 7 a 12 anos para quem for pego evangelizando. A proibição pode ser encontrada no artigo 88 no 12º parágrafo do decreto.

– tratamento duríssimo também é dado para quem resolver se manifestar, principalmente contra o governo, se soltar um rojão então, pode ser enquadrado como terrorista.

– crimes são afrouxados, como exemplo a tortura cometida por agentes do Estado, ao mesmo tempo que a pena para traficantes com drogas em grande volume deixa de ser crime dependendo do que portar.

Em meio a todo esse caos, o que mais nos impressiona e que de fato assusta é o silêncio do Vaticano, da CNBB, dos padres e bispos brasileiros, das comunidades cristãs que hoje estão tranqüilas, mas que serão as próximas vítimas no caso de um candidato como Lula receber a faixa presidencial.

Até quando esses representantes da igreja verão suas mãos sujas em sangue de inocentes sem sequer se manifestar? Até quando esse papa comunista verá tudo isso que acontece com essa cara de paisagem insuportavelmente falsa e com ar de bonzinho? Quantas igrejas mais serão invadidas e demolidas até que se tome outra postura?

Até quando o índio cocaleiro será aceito como alguém digno do posto que hoje ocupa?

Este foi o segundo artigo escrito pelo voluntário Ricardo Luiz na RENOVA Mídia.

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