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Ex-funcionária do Dersa acusa Paulo Preto de ameaçá-la de morte

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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A Justiça decidiu ontem manter a prisão preventiva de Paulo Preto, ligado ao PSDB, porque uma ex-funcionária da Dersa o acusou de fazer ameaças veladas de morte.

A funcionária, cuja identidade é preservada pela Justiça, também é ré no processo que acusa o ex-diretor da Dersa, ligado ao PSDB, e José Geraldo Casas Vilela, ex-gerente da estatal paulista, de formação de quadrilha e peculato, entre outros crimes.

A mulher, que colabora com as investigações, alegou ter recebido três ameaças de Paulo Preto e Vilela entre 2015 e 2016. Ambos negam as acusações.

Diante disso, a juíza Maria Izabel do Prado manteve a preventiva dos dois, argumentando que sua soltura implicaria “imediato risco à colheita das provas testemunhais”.

Com informações de: [OAntagonista]
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