Membro do governo Obama ajudou a criar dossiê falso anti-Trump

Jonathan Winer, funcionário do Departamento de Estado durante o governo Obama, admitiu que teve contato regular com o ex-espião britânico Christopher Steele, autor do dossiê falso fabricado para conectar Donald Trump aos russos.

Jonathan atuou como vice-presidente sênior de uma empresa que trabalhou como lobby para a Tenex, a subsidiária norte-americana da Rosatom, companhia estatal de energia nuclear da Rússia.

No ano de 2010, a Rosatom adquiriu uma participação de controle na Uranium One, uma companhia canadense de mineração de urânio com operações nos Estados Unidos. A compra foi aprovada pela administração Obama em uma controversa decisão que está sendo investigada pelo Comitê de Inteligência da Câmara e pela Procuradoria-geral.

Jonathan Winer admitiu que, durante o período em que trabalhou no Departamento de Estado, ele passou informações obtidas de Sidney Blumenthal, um “velho amigo” fortemente ligado aos Clintons, para o autor dossiê anti-Trump.

O ex-espião britânico, Christopher Steele, foi contratado para produzir o dossiê anti-Trump pela campanha de Hillary Clinton e pelo Comitê Nacional Democrata.

Algumas semanas atrás, o Comitê de Inteligência da Câmara publicou um memorando confirmando que o FBI utilizou o dossiê para obter uma permissão FISA na justiça americana para espionar pelo menos um membro da campanha presidencial de Donald Trump.

Estas novas informações sobre o funcionário do governo Obama, Jonathan Winer, deve tornar a situação ainda mais revoltante para os políticos republicanos. Afinal, além de financiar um espião estrangeiro para produção do dossiê falso, os democratas utilizaram membros do governo para transmitir informações supostamente falsas para o autor do documento.

 

Com informações de: [Breitbart]
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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