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Futuro presidente do BB quer ‘privatizar o que for possível’

O economista Rubem Novaes foi indicado nesta quinta-feira (22) pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, para presidir o Banco do Brasil.

Rubem Novaes disse que a orientação é “eficiência, enxugamento e privatização do que for possível” na gestão dos bancos públicos no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro.

A declaração foi dada no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), em Brasília, onde a equipe de transição trabalha, nesta quinta-feira (22), segundo informações do Poder 360.

Novaes afirmou sua primeira missão será “procurar internamente no banco o que é possível fazer na linha de privatização”.

O economista disse ainda que a ideia não é uma privatização total do banco, mas sim de “braços” da instituição, sem detalhar quais serão.

Aos jornalistas, o futuro presidente do Banco do Brasil afirmou:

Aquela fase de privatização em que você direcionava venda para determinados compradores, montava aqueles consórcios de compra, isso está ultrapassado. Hoje, a ideia é usar muito mais o mercado de capitais porque não necessariamente vai ser uma privatização total.

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