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G1 e BBC publicam matérias defendendo George Soros

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Em matéria intitulada “Quem é George Soros, o megainvestidor bilionário que virou alvo de militantes brasileiros”, a BBC e o G1 fazem uma ampla defesa do bilionário globalista contra as críticas da direita brasileira.

O magnata húngaro-americano George Soros é uma das figuras mais rejeitadas em todo planeta por tentar intervir no sistema político, cultural e religioso de diversas nações através de um exército de ONGs.

Através do financiamento de políticos e organizações com viés esquerdista em um âmbito global, Soros se tornou referência na defesa da agenda politicamente correta e no avanço das pautas progressistas.

O repúdio à figura de Soros é muito forte na Europa Oriental, principalmente na Hungria, sua terra natal.

Recentemente, o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán fez um campanha baseada em uma agenda política anti-Soros. Resultado? O seu partido conservador Fídez obteve uma vitória histórica.

O vídeo abaixo é um discurso de Orbán do ano passado. É possível perceber a visão do líder húngaro acerca da “filantropia” aplicada por George Soros.

No entanto, apesar dessas e de outras situações envolvendo o magnata Soros, para o jornal G1, em matéria produzida pela BBC, ele é um bastião da moralidade e defensor dos direitos humanos:

‘Ele ganhou sua fortuna por meio de especulação financeira, mas investiu bilhões de seu próprio dinheiro para bancar projetos de defesa dos direitos humanos e iniciativas de promoção de valores democráticos liberais ao redor do mundo’, diz a matéria.

A Fundação Open Society, de George Soros, financia projetos em mais de 100 países e 37 escritórios regionais.

Para a matéria reproduzida pelo portal de notícias da Rede Globo, o foco da fundação de Soros é construir “democracias vibrantes e tolerantes cujos governos são responsáveis ​​e abertos à participação de todas as pessoas”.

Enquanto isso, no mundo real, além da Hungria, o globalista também vem sendo duramente criticado em outro país.

Várias vozes na Inglaterra estão denunciando as recentes declarações de Soros sobre a escolha democrática dos cidadãos britânicos em deixar a União Europeia, o famoso Brexit.

Apesar de confirmar que Soros é um dos “principais doadores do Partido Democrata americano”, “apoiou as candidaturas de Barack Obama e de Hillary Clinton” e classificou “Donald Trump como um impostor”, a matéria decidiu rotular a maior parte das críticas ao magnata como teorias da conspiração.

De acordo com o texto obtido do G1:

Teóricos da conspiração e sites de direita acusam Soros de secretamente estar por trás de vários eventos políticos nos Estados Unidos e no mundo.

Há quem diga que as teorias da conspiração em torno da organização de Soros lembram bordões usados na Alemanha nazista, incriminando banqueiros judeus que supostamente queriam criar uma “nova ordem mundial”.

A grande mídia daqui tenta utilizar a mesma estratégia que Soros tentou emplacar na Hungria. Alegar que o magnata é alvo de um ataque de “militantes” de direita.

Por lá, não surtiu efeito. No que depender da Renova Mídia, por aqui também não surtirá.

Em vitória arrasadora este ano, o premiê húngaro Viktor Orbán foi reeleito com uma campanha cujo foco foi o combate às políticas nocivas impulsionadas por George Soros.

O resultado da derrota de Soros para Orban já causou o anúncio da retirada da fundação Open Society do país.

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