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Gilmar defende fim de salário do Supremo como teto do funcionalismo

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Ministros do STF estão sob intensa pressão de representantes de juízes, procuradores e promotores para propor ao Congresso reajuste dos próprios vencimentos.

O ministro Gilmar Mendes defende que o salário dos magistrados da corte, hoje fixado em R$ 33,7 mil, não seja mais o teto do funcionalismo público.

Os ministros estão sob intensa pressão de representantes de juízes, procuradores e promotores para propor ao Congresso o reajuste dos próprios vencimentos, o que facilitaria a concessão de aumento a diversos servidores do país. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, é contra e propõe aumento zero.

“O Supremo deveria deixar de estabelecer o teto”, afirma Gilmar. “Estamos sendo usados nesse processo”, segue.

“Poderíamos discutir novas regras. O teto de servidores do Legislativo, por exemplo, poderia ser o do presidente da Câmara, o do Judiciário, os vencimentos de ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça)”, continuou Gilmar.

 

Com informações da Gazeta do Povo
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