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Gilmar Mendes fala sobre Bolsonaro e armas

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Em entrevistas a dois jornais de Portugal, o ministro do STF, Gilmar Mendes, criticou a decisão do Supremo com relação ao habeas corpus de Lula, falou sobre intervenção militar e Jair Bolsonaro.

O ministro afirmou ao jornal Observador que “não faz sentido” o voto da ministra Rosa Weber “porque o plenário estava pronunciando-se sobre aquilo [habeas corpus] de novo”.

Gilmar Mendes também afirmou na entrevista que mudou de posição de 2016 para agora porque houve uma mudança na situação da Justiça, agora em um ambiente de “ativismo”.

Também ao jornal Observador, Gilmar Mendes afirmou que a fala do general Villas Bôas “não foi feliz” e que ela “mirava este movimento dos seus subordinados e pessoas que estão vinculados a ele de alguma forma”.

Para o jornal Expresso, ele disse ainda que não acredita que se cogite em uma intervenção militar:

Conheço e respeito o general Villas Bôas e tenho a impressão que sua manifestação tem tudo a ver com o que está a ocorrer no ambiente político nacional, com Jair Bolsonaro, com generais que foram recentemente para a reserva e que têm criticado a classe política. Não creio que se cogite numa intervenção, mas a sua fala não foi feliz. Não há ambiente para uma intervenção militar.

Segundo O Antagonista, Gilmar Mendes também falou ao jornal português sobre a liderança de Jair Bolsonaro nas pesquisas eleitorais em cenários sem o detento Lula:

Alguém aparece e diz que a resposta é liberar as armas para todos. Armar a população num país com tal desestruturação significa ter bandos. Para problemas complexos, uma resposta simples, mas errada.

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