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Gilmar Mendes já soltou 37 investigados da Lava Jato no Rio

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tem argumentado que prisões podem ser substituídas por medidas menos gravosas.

Um dos principais críticos do juiz federal Marcelo Bretas, o ministro do Supremo, Gilmar Mendes, já determinou a soltura de 37 investigados da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro e de seus desdobramentos.

As liberdades foram concedidas entre abril de 2017 e esta terça-feira (7) quando acabaram beneficiados Daurio Speranzini Junior, executivo da GE e ex-executivo da Philips; Miguel Iskin, da Oscar Iskin; e Gustavo Stellita, sócio de Iskin em outras empresas.

Na maioria de suas decisões, o ministro tem entendido que as prisões decretadas pelo juiz Marcelo Bretas para os investigados da Lava Jato no Rio são determinadas a partir de supostos fatos criminosos ocorridos há muito tempo, sendo que os casos podem ser enquadrados por outras medidas restritivas menos gravosas que a prisão.

Alguns dos investigados foram beneficiados mais de uma vez por decisões do ministro, como o empresário Jacob Barata Filho, conhecido como rei do ônibus, e Lelis Teixeira, o ex-presidente da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio, que tiveram três liminares.

Adaptado da fonte JOTA

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