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Gilmar Mendes solta operador tucano pela segunda vez

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Apenas 12 horas depois de ser capturado pela Operação Lava Jato em São Paulo, Paulo Preto, ex-diretor da Dersa nos governos Serra e Alckmin, conseguiu mais um habeas corpus do ministro do STF Gilmar Mendes.

A decisão judicial que mandou prender Paulo Preto novamente, na manhã desta quarta-feira (30), afirmava que sua volta à cadeia era necessária para “assegurar a instrução criminal” do processo em que ele é acusado pelo desvio de recursos de R$ 7,7 milhões da Dersa, entre 2009 e 2011.

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), alegou que a prisão de um indivíduo “não pode sofrer restrições amparada em hipóteses ou conjecturas”, ao mandar soltar o ex-diretor da Dersa, como informou o Estadão.

De acordo com informações da Gazeta do Povo:

Na mesma decisão, o ministro do STF mandou soltar Tatiana Arana Cremonini, filha de Paulo Vieira, e o ex-diretor de Assentamentos da Dersa, Geraldo Casas Vilela. Para Gilmar, “a instrução processual presta-se justamente a permitir ao delatado a oportunidade de confrontar o delator, apontando fragilidades em sua versão”.

“Além disso, como apontam as defesas, as testemunhas arroladas pela acusação já foram inquiridas. Na fase atual, dificilmente a defesa teria poder para colocar em risco a instrução criminal”, anotou.

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