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Ginkgo biloba: estudo aponta que árvore da China é imortal

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Pesquisadores descobriram que, independentemente da idade, as árvores continuam produzindo substâncias químicas protetoras.

Algumas árvores podem viver por séculos ou mesmo milênios. Os segredos por trás deste longo período de existência sempre intrigaram os cientistas.

Uma nova pesquisa revelou que a árvore Ginkgo biloba, originária da China, não parece sentir nenhum efeito relacionado ao envelhecimento.

Este tipo de árvore parece estar preparada para a imortalidade.

Os pesquisadores compararam células extraídas da madeira interna da árvore e da casca. Eles descobriram que não havia mudanças nos genes relacionados ao envelhecimento biológico, nomeados senescência.

Senescência é o processo natural de envelhecimento ao nível celular ou o conjunto de fenômenos associados a este processo.

Em seres humanos, as células senescentes desempenham um papel decisivo em muitas doenças crônicas relacionadas à idade, como diabetes, doenças cardiovasculares e artrite.

Ginkgo biloba é uma árvore considerada um fóssil vivo, pois existia já no tempo dos dinossauros.

O estudo foi liderado por Richard Dixon na Universidade do Norte do Texas, nos Estados Unidos, e Jinxing Lin, na Universidade Florestal de Pequim, na China, e publicado na revista Proceedings da Academia Nacional de Ciências (PNAS), na última segunda-feira (13).

Eles descobriram que, independentemente da idade, as árvores continuam produzindo substâncias químicas protetoras que ajudavam a se defender contra ameaças externas.

O estudo concluiu que, de fato, as velhas árvores de ginkgo permanecem saudáveis, prevenindo o envelhecimento e mantendo sua capacidade de resistir ao estresse externo.

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