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Giuliani defende investigação contra Biden por corrupção na Ucrânia

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Giuliani defende investigação contra Biden por corrupção na Ucrânia
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“Eu caí [em Biden] ao investigar como os ucranianos conspiraram com a campanha de Hillary Clinton para levantar informações sujas”, disse Giuliani.

Rudy Giuliani, advogado do presidente norte-americano, Donald Trump, defendeu investigação contra o Partido Democrata, incluindo o ex-vice-presidente Joe Biden, e suas ligações com a Ucrânia, enquanto apontou o dedo para o governo Barack Obama e seu potencial envolvimento no esquema de corrupção.

Giuliani disse que o andamento da investigação pode não apenas vingar Trump em relação à falsa narrativa de conluio com a Rússia nas eleições de 2016, mas que confirmar que foram os democratas que conspiraram com a Ucrânia para prejudicar a campanha do atual mandatário dos Estados Unidos em 2016.

Em entrevista tensa à emissora ABC, neste domingo (29), Giuliani disse que ao menos cinco pontos da denúncia anônima que motiva o pedido de impeachment de Trump são falsos, pois o informante não estaria presente quando o telefonema ocorreu:

“Eu não estou investigando Joe Biden. Eu caí nele ao investigar como os ucranianos conspiraram com a campanha de Hillary Clinton para levantar informações sujas.”

Segundo ele, há “uma pilha de evidências” de que a interferência nas eleições de 2016 não teve influência russa, mas sim da Ucrânia, que teria buscado informações comprometedoras sobre Trump a pedido de Obama.

Durante conversa com a apresentadora Maria Bartiromo, na emissora Fox News, também neste domingo, Giuliani declarou:

“Meu papel é muito, muito simples. Sou advogado defendendo um cliente. Se você pode provar que alguém o fez, ou há alguma outra explicação para isso, então você o persegue vigorosamente.”

Durante uma ligação telefônica em 25 de julho com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenski, Trump fez referência à empresa de segurança cibernética Crowdstrike, que havia investigado o ataque hacker contra os computadores do Comitê Nacional Democrata durante a campanha de 2016, mas não entregou o servidor ao FBI. 

O chefe da Casa Branca indicou que este servidor poderia estar atualmente em território ucraniano.

Ainda na entrevista à Fox News, Giuliani defendeu seu papel na investigações das alegações de que Joe Biden, quando ainda era vice-presidente, pressionou a Ucrânia a demitir o procurador-geral Viktor Shokin, ameaçando reter US$ 1 bilhão em benefícios caso a demissão não fosse efetuada.

Giuliani, que também é ex-prefeito de Nova York, declarou:

“É um padrão de pagamento de toma-lá-dá-cá. Isso inclui algo muito semelhante ao que aconteceu com a Fundação Clinton. O que vai ao cerne do que Obama sabia e quando ele sabia.”

Giuliani se referia a um artigo do jornal New York Times de dezembro de 2015 sobre Hunter Biden, Burisma e um oligarca local envolvido em corrupção. Ele completou:

“A questão é: quando Biden e Obama viram o artigo, sobre como o filho estava retirando dinheiro do oligarca mais corrupto da Rússia. Obama chamou Biden e disse ‘Joe, como você pode fazer isso?’”

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