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Glenn Greenwald ironiza atuação da Polícia Federal

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Através de ameaças e declarações irônicas, o ativista norte-americano Glenn Greenwald segue atacando o ministro Sergio Moro e a atuação da Polícia Federal.

O ativista norte-americano Glenn Greenwald vem mantendo ataques constantes contra o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e as instituições brasileiras, principalmente a Polícia Federal (PF), através da rede social Twitter.

Nesta quarta-feira (3), ao compartilhar uma matéria do jornal esquerdista britânico The Guardian, Greenwald classificou a investigação da PF sobre o ataque cibernético sofrido pelas autoridades brasileiras como um “autoritarismo repressivo”.

Ao tomar conhecimento de que suas movimentações financeiras estavam na mira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), o editor-chefe e cofundador do site panfletário Intercept passou a tentar construir a narrativa de que estava sofrendo uma perseguição liderada pelo ministro Moro.

“O ministro da justiça foi desmascarado e segue usando de artifícios antiéticos e ilegais. Trata-se de um gesto autoritário e de ataque inaceitável à liberdade de imprensa”, diz a mensagem da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP), que também foi compartilhada por Greenwald em seu perfil no Twitter.

Ainda na rede social, Greenwald reagiu com risadas, ironias e acusações após tomar conhecimento de que seu nome também pode estar envolvido em uma investigação sobre a suposta venda do mandato do ex-participante de reality show, Jean Wyllys, pelo deputado federal David Miranda (PSOL-RJ).

“Ou Sergio Moro e a Polícia Federal perderam a cabeça, ou alguém está usando os ingênuos em O Antagonista para plantar Fake News tentando nos intimidar”, alertou o norte-americano. “Essa estratégia, é óbvio, não funcionará”, completou.

Mais cedo, respondendo aos pedidos de deportação de internautas, Greenwald não perdeu a oportunidade e deixou mais uma ameaça para as autoridades brasileiras, alertando que o material — muito provavelmente obtido através de um ataque cibernético — continuará a ser publicado mesmo após uma possível expulsão do Brasil.

“Eles também sabem que temos uma equipe de repórteres e editores brasileiros no Intercept trabalhando para publicar esse mesmo material, e que há repórteres em outras revistas e jornais brasileiros fazendo a mesma coisa? Eles têm mesmo um pingo de racionalidade para usar?”, ameaçou Greenwald.

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