Google acusada de acessar irregularmente dados médicos

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Google queria utilizar informações de pacientes para formular métodos de previsão e análises para organizar o fluxo de um hospital.

A Google pode estar na mira de mais um processo nos Estados Unidos, desta vez por acessar irregularmente dados médicos.

A acusação está relacionada a uma parceria entre a empresa e o University of Chicago Medical Center, um hospital-escola americano que concedeu ao Google acesso a dados hospitalares de pacientes atendidos entre os anos de 2009 e 2016.

O contrato foi feito para auxiliar a Google no desenvolvimento de novas ferramentas de inteligência artificial voltadas para serviços de saúde.

Na época, o centro médico afirmou que todos os dados seriam anônimos, sem possibilidade de identificação dos pacientes.

O processo, entretanto, acusa as empresas de não terem feito isso, ou terem realizado esse trabalho de forma insuficiente, colocando as identidades e informações pessoais dos enfermos em risco grave.

Estariam disponíveis no pacote de informações, por exemplo, datas e horários de admissão e alta, elementos que, unidos a dados de localização do Android, serviriam para ligar prontuários a pessoas.

O centro médico da Universidade de Chicago emitiu nota curta afirmando ter realizado todos os procedimentos para anonimizar os dados enviados à Google.

O processo, por enquanto, é movido por um único indivíduo, mas pode se tornar uma ação de classe após inquérito e caso mais pessoas afetadas também resolvam acionar as empresas envolvidas judicialmente, informa o site Canal Tech.

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