Google e Facebook continuam expurgo contra sites conversadores dos EUA

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A grande mídia e as gigantes tecnológicas de viés esquerdista estão trabalhando ativamente para ver o discurso conservador eliminado da internet. RENOVA apresenta uma lista de sites dos EUA que já estão sofrendo com censura.

YOUNG CONS: Site de notícias conservador extremamente popular que recebeu milhões de leitores diários durante as eleições. Quase todo o tráfego do site veio da sua página no Facebook. Desde 2016, o Facebook impediu novas publicações com links para o site Young Cons. A página foi colocado na lista negra do Facebook e luta para manter os leitores. O site altera domínios regularmente para tentar resgatar o tráfego.

SARAH PALLIN: Com mais de 4 milhões de fãs, esta era uma das páginas conservadoras mais populares do Facebook até que a rede social bloqueou todo o tráfego para o site. A página foi obrigada a mudar o domínio para salvar um pouco do tráfego.

RIGHT WING NEWS: O site tinha crescido grandiosamente nos últimos anos, graças à sua popularidade no Facebook. Em julho de 2015, em apenas uma semana, a página do Facebook do Right Wing News atingiu 133 milhões de pessoas. O site estava recebendo uma quantidade de tráfego parecida com a de alguns dos maiores jornais dos EUA. Desde a eleição de 2016, o Facebook bloqueou o tráfego para o site. O dono John Hawkins anunciou que estava encerrando o site em janeiro.

WESTERN JOURNALISM: O Newsweek informou que o site passou de 1.000 páginas vistas por dia em 2009 para mais de 1 milhão em 2016. O site estava com uma média de cerca de 6 milhões de páginas vistas por dia durante a eleição. Hoje, após entrar na lista negra do Facebook, o portal recebe cerca de 500 mil por dia.

THE GATEWAY PUNDIT: TGP foi classificado como a 4ª fonte conservadora de notícias mais influente durante as eleições de 2016. No ano das eleições, o site recebeu quase 1/3 do seu tráfego do Facebook. No fim de semana passado, o Facebook bloqueou todo o tráfego para o site. O TGP também está sofrendo com ‘shadowban’ imposto pelo Google.

FACEBOOK DO PRESIDENTE TRUMP: Uma mudança recente no algoritmo do FB fez com que o engajamento com as postagens do presidente Donald Trump despencasse 45%. Em contrapartida, os senadores democratas Elizabeth Warren e Bernie Sanders não parecem ter sofrido um declínio comparável no engamento.

INDEPENDENT JOURNAL REVIEW: Um enorme site conservador com grande público baseado no Facebook. O Independent Journal Review (IJR) demitiu uma série de funcionários recentemente. IJR também está sofrendo com ‘shadowban’ no Google.

INFOWARS: Infowars é outro site conservador dominante com enorme tráfego. Após vários anos de produção e dezenas de milhares de vídeos publicados, o YouTube deu à Infowars sua terceira advertência nesta semana e ameaça fechar o canal indefinidamente.

RIGHTSIDE BROADCASTING: Este canal do YouTube alcançou milhões de visualizações antes das eleições. Desde 2016, o YouTube diminuiu o alcance de todos os seus vídeos e classificou os vídeos dos comícios de Trump como discurso de ódio. Além disso, a gigante dos vídeos desmonetizou centenas de seus vídeos, fazendo com que a renda do site caísse 95% desde a eleição.

PRAGER REPORT: PragerU, um site educativo conservador, está processando o Google e sua subsidiária YouTube, alegando que o site de vídeos está censurando seus vídeos por causa de suas inclinações políticas. O YouTube baiu vários de seus vídeos, incluindo segmentos sobre aborto e islamismo. PragerU tem uma enorme audiência conservadora.

PAMELA GELLER:  Pamela Geller é bastante conhecida por se posicionar contra o islamismo radical. Estado Islâmico a ameaçou várias vezes. Durante as eleições, PG teve mais de 100 mil visualizações diárias no Facebook. Hoje, o FB bloqueou a maior parte de seu tráfego. Seu site também sofreu sérias perdas de receita desde a eleição.

DIAMOND AND SILK: As sensacionais eleitoras negras de Trump entraram com ação judicial contra o YouTube após a rede social desmonetizar cerca de 95% dos seus vídeos.

Estes são apenas alguns dos sites mais prominentes que estão sendo perseguidos e censurados pelo Facebook e pelo Google.

O governo dos Estados Unidos ainda não se posicionou contra as medidas tomadas pelas gigantes tecnológicas.

 

Com informações de: [TGP]

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