Google proíbe aplicativos que facilitam venda de maconha

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Google proíbe aplicativos que facilitam venda de maconha
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A decisão do Google faz parte de uma alteração em sua política de conteúdo.


Na última quarta-feira, dia 29 de maio, o Google baniu aplicativos que facilitam a venda de maconha ou produtos relacionados de sua Play Store.

A empresa agora proíbe a presença de softwares que comercializem a erva em si ou produtos baseados nela, assim como o delivery ou encontros para que a negociação seja realizada presencialmente, mesmo em territórios em que o uso ou plantio já é legalizado.

De acordo com o site Epoch Times, um porta-voz do Eaze, um aplicativo de entrega de maconha, falou sobre a decisão da gigante de tecnologia:

“A decisão do Google é um desenvolvimento decepcionante que só ajuda o mercado ilegal a prosperar, mas estamos confiantes de que o Google, a Apple e o Facebook eventualmente farão a coisa certa.”

O Google deixou claro que não é contra a erva em si, chegando a entrar em contato com desenvolvedores para responder a dúvidas e esclarecer questões técnicas.

A empresa, apenas, não deseja que a venda aconteça em sua plataforma, segundo o Canal Tech.

Para ajudar os afetados pela decisão, a companhia chegou a dar algumas dicas para que o fluxo de negócios de alguns serviços baseados em produtos com maconha não seja interrompido.

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