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Ex-governadores do DF viram réus por corrupção no Mané Garrincha

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Os envolvidos no esquema serão julgados por organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e fraude a licitação.

Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réus 12 envolvidos com esquemas de corrupção durante a reforma do estádio Mané Garrincha, em Brasília.

A lista inclui os ex-governadores do Distrito Federal Agnelo Queiroz (PT) e José Roberto Arruda (PR), e o ex-vice-governador Tadeu Filipelli (MDB).

De acordo com informações do G1:

O caso é investigado pela Polícia Federal e pelo MP na operação Panatenaico, deflagrada em maio de 2017. O grupo foi denunciado formalmente no início deste mês pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e fraude à licitação.

A lista inclui pessoas que foram presas na primeira fase da operação Panatenaico, em maio de 2017, e outras que foram alvos de mandados de condução coercitiva, e de busca e apreensão. Outros alvos da operação naquele momento – como o secretário Extraordinário da Copa do governo Agnelo, Claudio Monteiro – não são citados nessas denúncias.

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