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Governo facilita concessão de crédito e renegociação de dívidas

Banco Central baixa Selic para 4.5% mínima histórica
Entrada do prédio do Banco Central do Brasil, em Brasília (Imagem: Divulgação)

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Banco Central diz que medidas adotadas vão contribuir “para a redução dos efeitos temporários decorrentes do Covid-19”.

Em reunião extraordinária, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta segunda-feira (16), medidas para facilitar a renegociação de dívidas.

O movimento é uma resposta aos potenciais impactos do novo coronavírus sobre a economia do Brasil.

Entre as iniciativas aplicadas, o governo Jair Bolsonaro dispensou os bancos de aumentarem o provisionamento no caso de repatriação de operações de crédito realizadas nos próximos seis meses.

Em nota, segundo o portal Terra, o Banco Central explicou:

“A primeira medida facilita a renegociação de operações de créditos de empresas e de famílias que possuem boa capacidade financeira e mantêm operações de crédito regulares e adimplentes em curso, permitindo ajustes de seus fluxos de caixa, o que contribuirá para a redução dos efeitos temporários decorrentes do Covid-19.”

Em outra medida, o governo ampliou a folga de capital do sistema financeiro nacional em R$ 56 bilhões, permitindo que a capacidade de crédito seja elevada em R$ 637 bilhões.

Dessa forma, de acordo com o BC, a capacidade de utilização de capital dos bancos será expandida para que eles tenham melhores condições para realizar as eventuais renegociações no âmbito da primeira medida e de manter o fluxo de concessão de crédito.

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