PF investiga grupo usando WhatsApp para iniciar incêndios

Governo investiga grupo usando WhatsApp para iniciar incêndios
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Ministro do Meio Ambiente diz que Bolsonaro determinou a abertura de “investigação rigorosa” para apurar o caso.

O município de Altamira, no Pará, lidera o número de incêndios e desmatamentos no Brasil.

No dia 10 de agosto, segunda-feira passada, o local registrou a maior queimada da história do Pará. Essa data vai ficar lembrada para sempre como o “Dia do Fogo”.

Já se sabe que mais de 70 pessoas das cidades de Altamira e Novo Progresso — entre sindicalistas, produtores rurais, comerciantes e grileiros — combinaram através de um grupo de whatsApp incendiar as margens da BR163, rodovia que liga essa região do Pará aos portos fluviais do Rio Tapajós e ao Estado de Mato Grosso, diz a revista Globo Rural.

Em postagem no Twitter, neste domingo (25), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, determinou a abertura de “investigação rigorosa” para apurar o caso.

A intenção dos criminosos, segundo a reportagem do Globo Rural, era mostrar a Bolsonaro que eles apoiam suas ideias de “afrouxar” a fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A pedido do Ministério Público de Novo Progresso, no Pará, a Polícia Civil já ouviu algumas pessoas ligadas ao grupo, mas até agora ninguém foi preso.

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