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Governo Obama investiu milhões em parceria com George Soros

João Guilherme

João Guilherme

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O dinheiro foi usado “para financiar atividades de esquerda na Albânia, incluindo trabalhar ao lado do governo socialista do país para impor uma controversa reforma judicial”,

Documentos que a Judicial Watch obteve da U.S Agency for International Development (USAID) mostram que, durante o governo Obama, a USAID deu US$ 9 milhões para a campanha “Justiça para Todos” (Justice for All), que foi idealizada pelo East-West Management Institute, do bilionário esquerdista George Soros.

Os documentos também detalham como a operação de George Soros ajudou o Departamento de Estado a revisar aplicações de outros grupos para ter acesso a dinheiro de impostos.

“O governo Obama gastou, quietamente, pelo menos US$ 9 milhões em dinheiro dos pagadores de impostos em uma coalizão direta com George Soros em apoio ao governo socialista da Albânia”, disse o presidente da Judicial Watch, Tom Fitton.

Tom Fitton continuou:

É absurdo saber que o Departamento de Estado ajudou a operação de Soros a direcionar dinheiro dos cidadãos para outros grupos. George Soros é um bilionário e ele não deveria estar recebendo apoio com dinheiro do povo para alavancar sua agenda de extrema-esquerda e diminuir a liberdade aqui e no exterior.

A Judicial Watch obteve 32 páginas de documentos da USAID após processar o Departamento de Estado e a USAID com base na Lei de Acesso à Informação (FOIA) porque ambos não responderam ao requerimento normal.

Os documentos também mostram que a USAID usou o Civil Society Project para ajudar a Open Society Foundations, de Soros, na Albânia, de acordo com a Judicial Watch. As operações de Soros no país incluíam a campanha “Justiça para Todos” e o “East-West Management Institute“.

Em 2017, alguns senadores americanos, liderados pelo Senador Mike Lee (Partido Republicano/Utah) questionaram o então Secretário de Estado, Rex Tillerson, sobre as ações da USAID em apoio a Soros na Albânia. Em uma carta a Tillerson, citada pela Judicial Watch, os senadores falaram que alguns líderes da Albânia acreditam que a “reforma judicial” apoiada foi “feita para dar controle total do judiciário ao Primeiro-Ministro e ao governo de centro-esquerda.”.

Líderes de oposição no parlamento da Albânia aparentemente descreveram o plano como “uma reforma patrocinada por Soros”.

Um dos documentos, um memorando de abril de 2016 da Embaixada Americana em Tirana, “revela que a embaixada patrocinou uma entrevista junto com a Open Society Foundations para medir o ‘conhecimento, apoio e expectativas da reforma judicial’ dos cidadãos albaneses”, disse a Judicial Watch.

Outro documento, de fevereiro de 2017, apenas algumas semanas após Trump tomar posse, “mostra que o Departamento de Estado usou dinheiro do pagador de impostos para patrocinar outra pesquisa com a Open Society Foundation sobre as reformas judiciais que solidificariam o controle da esquerda no governo albanês”, afirmou a Judicial Watch. “O relatório mostra que o Setor de Relações Públicas da Embaixada Americana e a Open Society Foundation ‘deram dinheiro a uma organização local para conduzir uma pesquisa de opinião pública sobre as atitudes que deveriam ser tomadas para conduzir a Reforma Judicial.'”.

O Departamento de Estado também se recebeu ajuda dos membros da Open Society Foundation para revisar aplicações de pedidos de ajuda enviados ao Departamento de Estado, segundo a Judicial Watch.

O embaixador americano na Albânia é Donald Lu, nomeado pelo presidente Obama em 2013. Lu tem laços fortes com George Soros, como noticiou o Washington Times. Em maio de 2017, de acordo com a Judicial Watch, “Lu ajudou a enfraquecer os planos do partido de oposição da Albânia que visava protestar contra a eleição parlamentar, afirmando que os EUA reconheceriam o resultado das eleições mesmo se o partido de oposição se recusasse a votar.”.

Em fevereiro de 2017, um comentário do Washington Times disse: “O Embaixador dos EUA, Donald Lu, em parceria com o partido apoiado por Soros que está no poder, cancelou vistos americanos de aproximadamente 70 membros do partido de oposição. Esta ação anti-democrática e partidária afundou o país em uma profunda crise política.”.

Descrevendo as ações de Lu, a Procuradoria Geral da Albânia disse: “Esta pressão do embaixador dos EUA em Tirana é como a que Soros faz, manipulando a opinião pública e depreciando instituições”, reportou a Independent Balkan News Agency.

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