Governo pressionado para implementar bioeconomia na Amazônia

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Um dos projetos prevê o reflorestamento de 12 milhões de hectares de áreas desmatadas.

As soluções propostas para a região da Amazônia passam pelo desenvolvimento de uma bioeconomia — economia sustentável — que surge com cada vez mais força.

Entidades civis, empresários de setores variados, especialistas em meio ambiente, ex-presidentes do Banco Central e ex-ministros da Economia já levaram ao governo Jair Bolsonaro sugestões para a criação de uma economia verde na região. 

Na última semana, o movimento recebeu reforço dos três maiores bancos do país: Bradesco, Itaú e Santander. A ideia unânime é usar recursos da Floresta Amazônica sem derrubá-la, destaca o jornal Estadão.

Em artigo para a revista Interesse Nacional, o próprio vice-presidente da República, Hamilton Mourão, defende uma articulação entre governo e iniciativa privada para o desenvolvimento sustentável da região. 

“O futuro da Amazônia depende de uma articulação original entre capital, conhecimento, trabalho, tecnologia e natureza”, diz Mourão.

Um dos projetos do instituto prevê o reflorestamento de 12 milhões de hectares de áreas desmatadas. Para conseguir implementá-lo, o estudo prevê a necessidade de investimentos públicos e privados de R$ 52 bilhões até 2030, destaca o portal R7.

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