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Governo Trump deporta guarda de campo de extermínio nazista

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Um morador da cidade de Nova York acusado de ter sido guarda de um campo de trabalho nazista na Polônia foi preso e deportado para Alemanha pelas autoridades de imigração dos Estados Unidos.

A informação foi concedida nesta terça-feira (21) pela Casa Branca.

Cumprindo uma ordem de deportação de 2004, a Agência de Imigração e Alfândega dos EUA colocou Jakiw Palij, hoje com 95 anos, sob custódia e o enviou à Alemanha.

Palij nasceu na Polônia e emigrou para os Estados Unidos em 1949, tornando-se cidadão norte-americano oito anos depois, mas ocultou seu serviço para os nazistas ao emigrar.

Em 2001 Palij disse a autoridades do Departamento de Justiça que treinou no Campo de Treinamento da SS nazista em Trawniki, na Polônia ocupada pelos alemães, em 1943.

Um juiz federal revogou sua cidadania em 2003 e ele foi alvo de uma ordem de deportação no ano seguinte, mas nenhum país europeu quis aceitá-lo, de acordo com reportagens da rede CNN e da revista New York.

Palij serviu como guarda no Campo de Trabalho de Trawniki, onde 6 mil homens, mulheres e crianças judeus foram mortos a tiros em 3 de novembro de 1943, um dos maiores massacres do Holocausto, disse a Casa Branca.

 

Adaptado da fonte Reuters
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