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Grammy: mais um exemplo da hipocrisia da elite artística

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Alguns dias depois de ser acusada de proteger um agressor sexual, Hillary Clinton é ovacionada no Grammy pela mesma elite que propaga a narrativa politicamente correta utilizando a bandeira dos movimentos feministas ‘MeToo‘ e ‘Time Is Up‘.

O jornal New York Times publicou matéria, dias atrás, afirmando que Hillary Clinton se negou a demitir um conselheiro da sua campanha presidencial de 2008 acusado de assediar sexualmente uma jovem subordinada.

Hillary, que foi superada nas primárias democratas de 2008 por Barack Obama, decidiu manter Burns Strider, presidente da organização American Values Network, que, de acordo com fontes anônimas do jornal, lhe enviava diariamente leituras bíblicas.

Ontem, durante o Grammy, cerimônia mais importante da música mundial, o assunto mais tocado pelos artistas foi a campanha contra o assédio sexual na indústria do entretenimento.

De acordo com informações do G1:

Estrelas do Grammy, a maior premiação da música, apareceram no tapete vermelho usando rosas brancas em seus looks.

Eles fizeram isso em apoio à campanha contra o assédio sexual e pela igualdade de gênero em Hollywood, Time’s Up, e ao movimento #MeToo. A cerimônia acontece em Nova York neste domingo.

Sam Smith, Miley Cyrus, Lady Gaga, Lana Del Rey e Chainsmokers foram alguns dos artistas que incluíram rosas brancas em seu look para a premiação.

(Foto: ANGELA WEISS / AFP)

O viés esquerdista do Grammy ficou ainda mais evidente neste ano de 2018. Além do discurso feminista, a cerimônia foi repleta de ataques diretos e indiretos contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em um certo momento, o vocalista do U2, Bono Vox, aparece com um megafone pintado de bandeira americana, com a Estátua da Liberdade ao fundo, citando ironicamente uma fake news propagada pela mídia globalista contra Trump:

Bem-aventurados os países de merda, porque nos deram o sonho americano.

Para fechar com chave de ouro, os organizadores do Grammy resolveram colocar celebridades lendo trechos de Fire and Fury, uma obra fictícia contando os bastidores da Casa Branca de Donald Trump.

O livro alcançou a primeira posição das obras mais vendidas do país e animou os eleitores esquerdistas de Hillary, que ainda não aceitaram a derrota, por alguns dias.

Por falar na candidata democrata derrotada na eleição presidencial de 2016, apenas alguns dias após mais um escândalo sexual acobertado pela senhora Bill Clinton ser revelado, ela aparece no Grammy participando da leitura do livro do escritor Michael Wolff.

Deixando a hipocrisia da elite midiática evidente, Hillary foi ovacionada pelos mesmas pessoas que se julgam baluartes do movimento pela defesa das mulheres.

Mas, a relação de Hillary com predadores sexuais não acaba por aí. A ex-Secretária de Estado, durante o governo Obama, também tinha uma íntima amizade com o maníaco sexual e produtor de Hollywood, Harvey Weinstein.

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