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‘Grande distorção’, diz Moro sobre mensagens hackeadas

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
'Grande distorção', diz Moro sobre mensagens hackeadas

“O que existe é uma grande distorção”, diz Moro sobre mensagens roubadas por grupo cibercriminoso.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, rebateu a ofensiva de adversários que lhe acusam de ter agido com parcialidade durante período que atuou como juiz da Operação Lava Jato

Em entrevista publicada nesta segunda-feira (14), segundo o portal R7, Moro disse que as mensagens roubadas dos celulares de centena de autoridades do Brasil geraram uma “grande distração”:

“Existe uma invasão criminosa de aparelhos celulares dos procuradores (da força-tarefa da Lava Jato), supostas mensagens cuja autenticidade não foi verificada. Tirando todo o sensacionalismo, no que eu vejo que foi divulgado não existe nada que justifique a afirmação de afetação da imparcialidade da minha parte. O que existe é uma grande distorção do conteúdo dessas supostas mensagens e na divulgação delas com absoluto sensacionalismo.”

Moro rechaçou a afirmação de que atuou como uma espécie de coaching da acusação e disse que o ex-presidente Lula da Silva faz parte do seu passado:

“Esse álibi que havia perseguição política é muito comum e foi usado por vários, inclusive pelo Eduardo Cunha (ex-presidente da Câmara). O ex-presidente faz parte do meu passado. O que existe são condenações em mais de uma instância. O foco no meu trabalho é uma forma de distorcer o que já aconteceu. O julgamento do TRF-4 substituiu o meu. O julgamento do STJ substituiu o da 2.ª Instância. É puro diversionismo focar na minha atuação.”

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