Imprensa da Alemanha minimiza crescentes protestos anti-Merkel

Uma grande manifestação de alemães ocorreu nesse sábado (03) na cidade de Kandel.

Até mesmo a velha imprensa da Alemanha está tendo dificuldade para esconder o número de pessoas saindo às ruas do país para protestar contra Angela Merkel e suas destrutivas políticas de fronteiras abertas.

Kandel é uma cidade simbólica, pois é o lugar onde uma garota alemã de 15 anos foi assassinada por um refugiado do Afeganistão semanas atrás.

Inicialmente, a mídia alemã falou sobre 1.500 manifestantes, mas como a polícia anunciou números de cerca de 4.500 pessoas, o tom mudou rapidamente.

Muitas pessoas transmitiram o protesto ao vivo para provar que a manifestação era pacífica e contrariar a narrativa dos principais veículos de comunicação que acusavam a marcha de ser da extrema-direita.

Os manifestantes entoavam gritos de ordem como “Merkel tem que sair“, “Não seremos silenciados” e “Aqueles que não amam a Alemanha precisam sair“.

A rede de notícias alemã Focus disse que a marcha era formada por cerca de 1.500 “rechten“, traduzido simploriamente como “direitistas“, mas o termo é utilizado principalmente para chamar pessoas nazistas sem usar literalmente a palavra.

Um repórter da RT-Alemanha e outros jornalistas foram proibidos de filmar um violento contraprotesto da esquerda. Os jornalistas alegaram que extremistas da ANTIFA os agrediram e pagaram suas câmeras.

Apesar da proibição policial, alguns vídeos dos ataques esquerdistas conseguiram ser publicados na internet.

Os protestos contra Angela Merkel continuam ganhando tração, atraindo cada vez mais manifestantes e causando calafrios nos grandes veículos da imprensa alemã.

 

Com informações de: [VoA]
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

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