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Greve afeta abastecimento de remédios em farmácias do Rio, Paraná e Minas

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A Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias) afirmou nesta quinta-feira (24) que a paralisação de caminhoneiros está afetando o abastecimento de medicamentos no País.

O principal mercado, a cidade de São Paulo, ainda não sente os impactos, mas há dificuldades maiores no Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais, conforme afirmou o presidente da entidade, Sergio Mena Barreto.

De acordo com informações da UOL:

A Abrafarma afirma que as varejistas transportam diariamente de seus centros de distribuição às lojas uma quantidade de 6,3 milhões de unidades de medicamentos.

Esse volume equivale a transportar por dia em torno de 1% de tudo o que as varejistas venderam no primeiro trimestre de 2018. Considerando o faturamento da Abrafarma no trimestre, esse volume de unidades corresponde a R$ 120 milhões em vendas circulando diariamente nos caminhões.

Os prejuízos com a greve, no entanto, tendem a ser menores. Segundo Barreto, uma parte desse volume de unidades transportadas diariamente tem, sim, conseguido chegar às lojas.

Uma das preocupações no abastecimento das farmácias é com os medicamentos chamados “termolábeis”, que precisam ser mantidos sob refrigeração. A Abrafarma diz que, com veículos parados nas estradas, tem sido impossível manter estável a temperatura desses medicamentos.

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