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Greve dos caminhoneiros aumenta preços de alimentos em até 660%

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Com os braços cruzados dos transportadores de alimentos, os produtos, principalmente frutas e legumes, não chegam a seus destinos e os preços sobem. Alguns supermercados também relatam dificuldade de abastecimento das prateleiras.

O quilo da batata asterix está 82% mais caro nesta semana na Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). No Rio de Janeiro, um saco do mesmo produto, normalmente R$ 60, estava por R$ 400, aumento de 660%, enquanto a caixa de tomates de R$ 40 chegava ao preço de R$ 80.

Estas anomalias são reflexo direto da greve dos caminhoneiros que bloqueia estradas importantes no país inteiro.

De acordo com informações da InfoMoney:

Mesmo em caso de término da greve, a estimativa é que o abastecimento só retome a normalidade em cerca de uma semana, de acordo com a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros).

Parados desde segunda-feira, os caminhoneiros reclamam das altas consecutivas do óleo diesel desde 03 de julho de 2017, quando a Petrobras adotou uma política de preços baseada na cotação internacional do Petróleo.

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