Greve geral na Bolívia contra reeleição de Evo Morales

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No aniversário de 2 anos do referendo que rejeitou a reeleição do presidente socialista boliviano Evo Morales, o país literalmente para nesta quarta-feira (21) exigindo que se respeite o resultado do pleito.

Diversos sindicatos, associações e setores da sociedade boliviana se uniram à greve geral de hoje. De maneira pacífica, setores de transporte fecharam estradas e avenidas, inclusive acessos fronteiriços com o Brasil, pelo departamento de Santa Crus de la Sierra, e com a Argentina através do departamento de Tarija.

Escolas e universidades, com exceção da maioria das públicas também aderiram à reivindicação e não funcionarão no dia de hoje, moradores também apoiam a causa, vizinhos se unem e fecham todas as esquinas próximas às suas residências com faixas e cartazes com os dizeres “Respeito ao 21F” e “Bolívia disse não”.

De acordo com matéria publicada pelo G1 no dia 21 de fevereiro de 2016:

Os bolivianos rejeitaram a reforma constitucional promovida pelo presidente de origem indígena Evo Morales, de 56 anos, para se candidatar a um quarto mandato (2020-2025) na Bolívia, segundo a contagem oficial do Organismo Eleitoral Plurinacional (OEP), com quase 100% das urnas apuradas.

De acordo com o último boletim oficial no início de madrugada desta quarta-feira (24) – horário no Brasil -, após a apuração de 99,72% dos votos, o “não” vencia com 51,30%, contra 48,70% para o “sim”. A tendência é irreversível.

“O ‘não’ se impôs com 51,31% dos votos contra 48,69% do ‘sim’, com 99,49% das urnas apuradas”, afirmou a presidente do TSE, Katia Uriona, em um relatório apresentado na noite de terça (23), penúltimo boletim do dia.

Mesmo com todo esse cenário de desaprovação, o  Movimento ao Socialismo (MAS), partido do presidente Evo Morales, anuncia hoje a sua candidatura à reeleição.

No início deste ano, o líder socialista havia celebrado mais de uma década no poder e confirmado sua intenção de permanecer no comando do país latino-americnao.

Primeiro artigo de Enrique Martin no projeto #VoluntáriosRENOVA. Ele escreve diretamente da Bolívia.

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