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Grupo armado indígena reivindica assassinato de brasileiro no Paraguai

Grupo armado indígena reivindica assassinato de brasileiro no Paraguai
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Muitas fazendas de propriedade de cidadãos brasileiros têm como peões membros de comunidades indígenas do Paraguai.

Um grupo armado assumiu a autoria do assassinato de um cidadão do Brasil que administrava uma exploração agropecuária no leste do Paraguai,

Segundo as Forças Armadas do país, a quadrilha é supostamente formada por indígenas, mas até agora era desconhecida pelas autoridades.

Cerca de 20 homens que portavam armas longas e curtas, pertencentes à chamada “Brigada Indígena contra Matones de Estancia”, atacaram na noite de segunda-feira (8) a fazenda situada nos arredores da cidade de Pedro Juan Caballero, na fronteira com o Brasil.

O grupo tinha como objetivo matar o administrador, identificado como Avelino Camargo, segundo o comunicado do Comando de Operações de Defesa Interna do Paraguai.

Os bandidos também queimaram diversas máquinas agrícolas, tratores, duas caminhonetes e várias dependências da fazenda.

As Forças Armadas paraguaias também disseram que entre os agressores havia várias pessoas com “traços indígenas”, que como os demais tinham o rosto coberto e vestiam uniformes camuflados.

Antes de fugir, o grupo deixou vários panfletos assinados pela “Brigada Indígena contra Matones de Estancia”, um grupo desconhecido até o momento, informa a agência EFE.

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