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Grupo de Lima pressiona Rússia e China a romper com Maduro

Tarciso Morais

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Grupo de Lima pressiona Rússia e China a romper com Maduro
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O Grupo de Lima também pediu à ONU e à comunidade internacional que apoiem os esforços das nações que recebem os venezuelanos.

Os membros do Grupo de Lima, que reúne países da América Latina e o Canadá, solicitaram, nesta quinta-feira (6), à Rússia e à China que detenham o seu apoio ao ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, para facilitar uma saída pacífica para a crise.

O Grupo reafirmou seu apoio ao presidente interino Juan Guaidó diante “daqueles países que ainda apoiam o regime ilegítimo de Nicolás Maduro”, destaca a declaração conjunta ao final do encontro na Cidade da Guatemala.

O documento de sete pontos precisa que para se cortar o apoio internacional a Maduro é preciso trabalhar em “particular com Rússia, China, Cuba e Turquia, para que façam parte da solução de uma crise que tem impacto crescente na região”.

Na declaração lida no final da reunião, o Grupo de Lima assinala Maduro como “o único responsável pela situação humanitária cada vez mais grave do povo venezuelano”, informa o Estado de Minas.

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