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Grupo de Lima repudia morte de militar torturado na Venezuela

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Grupo de Lima repudia morte de militar torturado na Venezuela
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“Sinais visíveis de tortura”, diz Grupo de Lima sobre morte de militar na Venezuela.

Países membros do Grupo de Lima divulgaram nota, neste domingo (30), em repúdio à morte do militar venezuelano Rafael Acosta Arévalo.

Arévalo morreu no último sábado (29) sob custódia da ditadura de Nicolás Maduro, acusado de participar de uma suposta tentativa de golpe contra o chavismo na Venezuela.

No texto, segundo o site G1, o Grupo de Lima afirma que o militar foi capturado por homens armados em 21 de junho e apresentado a um juiz na sexta-feira (28), com visíveis sinais de tortura.

“O Grupo de Lima repudia as contínuas práticas de detenções arbitrárias e tortura submetidas pelo regime ilegítimo de Nicolás Maduro a quem considera seus opositores”, diz a nota.

O regime Maduro confirmou a morte de Arévalo e disse que pediu ao Ministério Público a abertura de uma investigação para esclarecer o caso.

A morte e as torturas sofridas pelo capitão foram denunciada pelo líder do parlamento do país, o opositor Juan Guaidó, reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 governos, informa o site UOL.

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