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Guedes pede ajuda ao Congresso para monitorar recursos emergenciais

Guedes faz ofensiva por reformas para destravar a economia
Imagem: Eduardo Anizelli/Folhapress
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“Seria uma traição ao povo brasileiro, inaceitável”, disse Guedes sobre a utilização imprópria dos recursos.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, apontou, nesta quinta-feira (30), que governadores e prefeitos poderiam usar o dinheiro emergencial da União para fazer política, ao invés de aplicar os recursos em saúde e no combate à pandemia do coronavírus.

Em reunião virtual da comissão mista do Congresso Nacional de acompanhamento das medidas de enfrentamento à pandemia, Guedes afirmou que o governo Jair Bolsonaro já transferiu cerca de R$ 90 bilhões a estados e municípios.

Guedes destacou que, com a proposta que está para ser votada no Senado Federal no sábado (2), o valor subiria para cerca de R$ 130 bilhões, desde que governadores e prefeitos aceitem congelar reajustes salariais a servidores.

O ministro defendeu a proposta:

“Por isso que não pode ter aumento de salário, nenhum outro uso desses recursos que não seja relacionado ao coronavírus. Senão seria uma covardia contra o povo brasileiro.”

E, segundo o jornal Folha, acrescentou:

“Se aproveitar do momento em que a população brasileira está sendo abatida por um vírus, se aproveitar disso para fazer política, em vez de cuidar da saúde, seria uma traição ao povo brasileiro, inaceitável.”

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