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Guedes volta a defender imposto sobre transações digitais

REDAÇÃO RENOVA Mídia

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Paulo Guedes diz que Mercosul funcionava como uma ‘jaula’
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“Esse imposto não passa nem pelos bancos, ele transcende, ele é por uma infovia digital”, diz Guedes.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a defender, nesta quarta-feira (14), a criação de um imposto amplo sobre transações digitais.

Durante seminário online promovido pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), Guedes declarou:

“Por isso que eu sempre dizia que não era só retorno da CPMF, porque esse imposto não passa nem pelos bancos, ele transcende, ele é por uma infovia digital.”

Segundo a revista Forbes, o ministro acrescentou:

“Da mesma forma que você paga um pedágio para trafegar numa rodovia, se você estiver usando uma infovia digital que o governo fez, disponibilizou grátis para todos os brasileiros, ele pode cobrar um pequeno imposto pelo trânsito, pelo tráfego de informação que passa por ali. Não passa nem pelo banco, está fora até do banco, é base muito mais ampla.”

Guedes ainda ressaltou que as grandes economias do mundo sabem que o crescimento da base tributária será digital, destacando que o governo está estruturando impostos de forma “bastante semelhante” ao que vem acontecendo em outros países.

O ministro afirmou que, atualmente, os bancos já cobram uma CPMF via tarifas aplicadas para transferências, que chegam a representar de 1% a 3% das transações. 

Guedes completou dizendo que “isso é dez vezes mais que o imposto que estamos considerando pelo tráfego digital”.

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