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Guerrilhas usam protestos para atacar policiais, diz Colômbia

Colômbia aponta para ações de guerrilheiros em protestos na capital.

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Guerrilhas usam protestos para atacar policiais, diz Colômbia
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O governo da Colômbia denunciou, neste domingo (13), que guerrilheiros do Exército da Libertação Nacional (ELN) estão por trás dos ataques às forças públicas em Bogotá, que vive intensos protestos supostamente contra a violência policial.

O conselheiro de paz do governo, Miguel Ceballos, disse que os rebeldes estão “manipulando” as manifestações que se seguiram à morte de Javier Ordoñez nas mãos da polícia na última quarta-feira.

Ceballos disse que o ELN e as dissidências das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) são os culpados pelos atos de vandalismo nos protestos registrados na capital.

Treze pessoas morreram em Bogotá e em cidades próximas nos últimos dias durante os protestos violentos.

“Responsabilizamos o ELN, diretamente Ariel, que é essa pessoa que comanda a frente urbana dessa guerrilha; responsabilizamos os chefes das dissidências (…), que tentam desestabilizar as cidades da Colômbia atacando aos CAIs”, afirmou Ceballos.

“Estas ações não buscam mais do que afetar a segurança dos bairros”, comentou o alto comissário de Paz, segundo a agência France-Presse.

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