Guerrilheiro do ELN pertencia à Guarda Bolivariana da Venezuela

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(FILES) This file photo taken on November 19, 2017 shows a member of the "Omar Gomez" Western War Front of the National Liberation Army (ELN) guerrilla carrying his machine gun in a camp on the banks of the San Juan River, Choco department, Colombia. The ELN warned on December 4, 2017 that the continuity of the ceasefire agreed with the Colombian government is "at risk", following "serious events" that have occurred since it entered into force on October 1st. / AFP PHOTO / LUIS ROBAYO / TO GO WITH AFP STORY
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

De acordo com militares da Colômbia, venezuelanos atravessam a fronteira e são recrutados em condições muito vulneráveis pela guerrilha.


O presidente colombiano, Juan Manuel  Santos, disse na noite do domingo (18/02) que o guerrilheiro do Exército de Libertação Nacional (ELN) que morreu na semana passada enquanto colocava explosivos em uma estrada no nordeste da Colômbia “pertencia ou pertenceu” à Guarda Nacional Bolivariana (GNB) – a polícia militar venezuelana.

Dias atrás, o governo Santos havia alertado sobre o aumentado o número de venezuelanos envolvidos em ataques da guerrilha comunista ELN na Colômbia.

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De acordo com informações do Estadão:

O atentado ocorreu numa rodovia que une as cidades de Pamplona e Cúcuta, no Departamento Norte de Santander, fronteiriço à Venezuela. Segundo Santos, esse é mais um indício de que a guerrilha está recrutando venezuelanos, como revelou na semana passada o comandante das Forças Armadas colombianas Alberto Mejía.

“Venezuelanos atravessam a fronteira e são recrutados em condições muito vulneráveis pela guerrilha”, disse o líder militar.O ELN, ainda segundo o relato do general, oferece pagamentos e benefícios para aderir ao grupo. Além do recrutamento, os líderes da guerrilha têm se refugiado na Venezuela.

Diariamente, 37 mil venezuelanos cruzam a fronteira – uns para comprar comida e remédios, outros para fugir da crise no país vizinho. Ao menos 550 mil já se instalaram definitivamente na Colômbia

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