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Haddad reclama de fake news após PT não assinar compromisso

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Os partidos de esquerda PT, PCO, PSTU e PTC não assinaram compromisso contra disseminação de conteúdos falsos. O acordo foi firmado por outros 31 partidos com o TSE visando reprovar a distribuição de fake news na disputa eleitoral.

Quatro dos 35 partidos políticos do país deixaram de assinar um termo de compromisso elaborado no início de junho deste ano pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater a disseminação de conteúdos falsos na disputa eleitoral deste ano.

Segundo informações do G1:

Não aderiram ao acordo o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido da Causa Operária (PCO), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido Trabalhista Cristão (PTC), informou o TSE.

O termo de compromisso foi idealizado pelo então presidente do TSE, Luiz Fux, e pelo ministro Admar Gonzaga.

Enquanto isso, conforme noticiado pela Renova Mídia na quarta-feira (3), o candidato Fernando Haddad (PT) tentou justificar a ascensão de Jair Bolsonaro (PSL) nas pesquisas com a propagação de fake news.

Já nesta quinta-feira (4), o presidenciável do PT apresentou quatro ações no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra Bolsonaro por disseminação de fake news.

Segundo informações da Folha:

O PT pede direito de resposta e que sejam retirados do ar vídeos que divulgam informações de que Haddad teria criado o chamado kit gay para que as crianças aprendam a ser homossexuais na escola e que um eventual governo petista distribuiria mamadeiras em creches com bico em formato de pênis

“Não pode o autor do vídeo representado empregar com tamanha irresponsabilidade a popularidade que possui […] para circulação de afirmações infundadas, injuriosas e difamatórias que visam, única e exclusivamente, manipular a opinião pública por meio de ilações vazias”, diz uma das ações.

Em outra representação, a campanha de Haddad pede que sejam excluídas das redes as informações de que o petista seria apoiado pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia).

O PT afirma que Bolsonaro busca aludir que o candidato petista seria “ligado a narcotraficantes e sequestradores, em uma clara tentativa de manchar a imagem do peticionante através de notícias sabidamente falsas”.

 

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