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Hidroxicloroquina: laboratório explica uso do remédio contra coronavírus

Hidroxicloroquina: laboratório explica uso do remédio contra coronavírus

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“Existem dados clínicos insuficientes para tirar conclusões finais sobre a eficácia ou segurança clínica da hidroxicloroquina”, diz Sanofi.

Aberrações. Foi com isso que me deparei ao ver algumas mídias sociais ontem, 19 março.

Li pessoas discutindo a nacionalidade do Coronavírus Chinês: “é meu!”, “não, não é teu”, “é deles”, “é chinês”, “não é chinês”.

“É sinofobia” (acredita que encontrei isso?).

“Deputado disse mentila né? Eu sou leplesentante de meu povo aqui no País de vocês e posso xingar ele. Ele non pode xingar eu!”, deve ter pensado o embaixador da China no Brasil.

Será que eles sabem que o Coronavírus Chinês pode ter começado sua gestação no Canadá? Mais precisamente na Universidade de Manitoba, Winnipeg, em seu Laboratório Nacional de Microbiologia (NML)? Acho que não.

Isso parecerá mais uma daquelas teorias da conspiração (igual ao Foro de São Paulo, o Pacto de Princeton, entre outras). Escreverei detalhadamente sobre isso em breve, muito breve.

Li também pessoas avocando que as “panelas que bateram às 20 horas foram em maior número que as panelas que bateram as 21 hs.”

É sério isso? Jornalista discutindo os decibéis das panelas?

Tenho curiosidade de saber se as panelas que não precisam de óleo vendidas pela Polishop soam mais (ou menos) que as panelas de ferro vendidas pela TV Aparecida.

Ainda sobre esse tema, se você usa panela xing-ling importada você faz parte dazelite? Ou dos corruptos fraudadores da Receita Federal? Tema assaz importante, esse!

Na RENOVA Mídia, não há esse luxo (ou lixo). 

Não temos patrocinadores milionários:  esse humilde ser que vos escreve não recebe um salário estratosférico de dar inveja a Messis e Ronaldos. As contas de luz, água e internet vencem impreterivelmente todos os meses.

Dependemos da contribuição de nossos leitores. Por isso, não nos perdemos a discutir o sexo dos anjos. 

É muito trabalho, muita leitura, muita atenção, muita checagem e rechecagem de notícias e fontes. Muita pesquisa.

Nos últimos dois dias, surgiram notícias a respeito de um remédio anti-malária que PODE resolver os problemas causados pelos Coronavírus chinês.

Publicamos essas matérias.

E fomos mais longe: procuramos respostas com o laboratório da França.

Troca de emails incessante, telefonemas e recebemos da Erica Rizzi, assessoria de imprensa da Sanofi, um pronunciamento oficial acerca da Hidroxicloroquina.

Segue a nota: 

A Sanofi está comprometida em fazer todos os esforços possíveis para ajudar países no mundo a combater o surto de coronavírus.

Até o momento, existem dados clínicos insuficientes para tirar conclusões finais sobre a eficácia ou segurança clínica da hidroxicloroquina (ou cloroquina) no tratamento do COVID-19. 

Os resultados preliminares de um estudo piloto francês independente requerem análises adicionais; estudos clínicos mais robustos e amplos estão sendo realizados para confirmar o perfil de benefício/risco do Plaquinol® no uso contra o COVID-19.

Qualquer uso deste medicamento para tratar esse vírus ou seus sintomas é considerado uso off label (ou seja, na ausência de uma autorização de comercialização para a indicação da doença induzida por COVID-19).

A Sanofi apoia qualquer pesquisa clínica que tenha sido ou será autorizada e validada pelas autoridades de saúde, seguindo o protocolo das boas práticas clínicas e todos os demais requisitos relevantes validados pelas autoridades competentes nos países onde o Plaquinol® está registrado.”

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