Histeria feminista do #MeToo prejudicou mulheres em Wall Street

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Histeria feminista do #MeToo prejudicou mulheres em Wall Street
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Para surpresa de absolutamente ninguém, a histeria dos movimentos feministas está prejudicando as mulheres no mercado do trabalho.


Em muitas companhias de Wall Street, homens estão adotando estratégias para evitar denúncias na era do #MeToo, e no processo tornam a vida ainda mais difícil para as mulheres.

Em matéria publicada na “Folha de S. Paulo“, homens relatam que não fazem mais reuniões sozinhos com mulheres e evitam tomar elevadores sozinhos com colegas do sexo feminino. Eles também evitam jantares com colegas mulheres. Nada de sentar ao lado delas no avião em viagens de negócios. Quartos de hotel precisam ser reservados em andares diferentes.

Pra evitarem processos de alguma feminista enfurecida, os homens simplesmente estão evitando contratar funcionárias do sexo feminino.

Entrevistas com mais de 30 executivos importantes indicam que muitos deles estão assustados com o #MeToo, e enfrentam dificuldades para lidar com a questão.

“A sensação é a de que você está sempre pisando em ovos”, disse David Bahnsen, antigo diretor executivo do banco Morgan Stanley.

Agora, mais de um ano depois que o movimento feminista #MeToo ganhou ímpeto, Wall Street corre o risco de ver acentuada, e não reduzida, sua condição de clube para meninos.

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