Histórico de ataques da jornalista do The Economist contra Bolsonaro

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A autora da matéria publicada pela revista britânica The Economist nesta quinta-feira (20) tem um histórico de ataques contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

“Jair Bolsonaro, a última ameaça à América Latina” é a manchete da última edição da revista The Economist que traz o líder das pesquisas de intenção de voto da corrida presidencial na capa.

A jornalista Sarah Esther Maslin é a autora do texto afirmando que Jair Bolsonaro será um “presidente desastroso” para o Brasil.

Em seu perfil pessoal no Twitter, Sarah afirmou:

Escrevi a reportagem na capa da The Economist esta semana sobre uma eleição que poderá salvar ou sabotar a democracia do Brasil: o trauma que levou à frustração dos eleitores, as figuras polarizadoras que lideram as pesquisas e por que a reforma e a renovação serão difíceis para qualquer presidente.

A matéria da jornalista é a principal pauta da imprensa brasileira nesta quinta-feira (20). Inclusive, “The Economist” está no topo dos assuntos mais comentados do Twitter brasileiro desde o início da manhã.

Curiosamente, a revista britânica, que tem um histórico de ataques contra políticos de direita que não seguem a agenda progressista, não menciona o nome da autora do texto em nenhum momento.

Então, a Renova Mídia decidiu fazer uma pesquisa sobre o histórico de matérias da jornalista Sarah Esther Maslin.

“Sarah Esther Maslin é jornalista do The Economist em São Paulo, Brasil. Anteriormente, ela era freelancer em San Salvador, El Salvador”, diz o curto resumo da sua biografia em seu site oficial.

Analisando o seu portfólio de matérias, conseguimos verificar que, após um período trabalhando em El Salvador, a primeira matéria da jornalista sobre o Brasil, na revista The Economist, foi publicada no dia 31 de maio: “Brasil restabelece os subsídios ao combustível após uma greve de caminhões“.

No dia 9 de junho, ela voltou a falar sobre a greve dos caminhoneiros, desta vez abordando como a paralisação nacional poderia influenciar as eleições.

Na matéria, Sarah mencionou Bolsonaro pela primeira vez na “The Economist”, classificando-o como o”candidato mais radical da corrida presidencial”:

A greve dos motoristas, convocada em protesto contra os preços altos dos combustíveis, marca um começo agourento para uma temporada política que culminará nas eleições nacionais de outubro. Ela demonstrou o gosto dos brasileiros por políticas irresponsáveis e impulsionou as perspectivas do candidato mais radical da corrida presidencial, Jair Bolsonaro, um ex-capitão de direita do Exército.

No dia 9 de agosto, a jornalista publicou a matéria “Grande suspense na eleição geral do Brasil“, vamos ver como ela define o candidato Bolsonaro:

Nas pesquisas que não mencionam Lula, o líder é Jair Bolsonaro, deputado de extrema-direita que fez carreira insultando gays, mulheres e negros, exaltando a ditadura que governou o Brasil de 1964 a 1985 e defendendo a repressão violenta como a melhor maneira de combater o crime. Seu companheiro de chapa é um general aposentado que disse no ano passado que um golpe militar poderia resolver a crise política do país.

Você já deve ter ouvido este mesmo discurso acima em boa parte da grande mídia brasileira, assim como nos blogs de extrema-esquerda pró-PT.

Dois dias depois, Sarah Esther Maslin colaborou com a produção da matéria “O perigo apresentado por Jair Bolsonaro“, onde o capitão do exército é classificado como uma “ameaça à democracia”.

Sarah também publicou uma matéria no dia 8 de setembro, dois dias após o atentado sofrido pelo presidenciável Jair Bolsonaro. No texto, a jornalista decidiu antecipar o trabalho investigativo da Polícia Federal:

O ataque a Bolsonaro parece ter sido obra de um louco e não uma tentativa calculada de assassinato político.

O histórico de ataques da jornalista Sarah Esther Maslin contra Jair Bolsonaro deixa claro que a última matéria publicada pela revista The Economist não se trata de uma simples análise do cenário político brasileiro, mas um novo capítulo de uma nítida perseguição contra o presidenciável do PSL.

Assim como no caso de Donald Trump nos Estados Unidos, a revista britânica deixa transparecer seu nítido viés esquerdista e apresenta seu real objetivo: prejudicar candidatos com viés direitista que não estão alinhados com a agenda progressista difundida por veículos de informação da velha imprensa.

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