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Histórico de ataques de Maia contra Bolsonaro no mês de abril

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Maia ironiza Bolsonaro como representante da 'nova política'
Imagem: Cristiano Mariz/VEJA

Apesar do discurso vitimista, o presidente da Câmara tem uma rotina de ataques contra o chefe do Poder Executivo.

O deputado federal Rodrigo Maia adotou a vitimização como estratégia, nesta quinta-feira (16), após ser alvo de duras críticas proferidas pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em entrevista à emissora CNN Brasil, o presidente da Câmara dos Deputados disse que Bolsonaro “joga pedras”, mas “o Parlamento vai jogar flores ao governo federal”.

O discurso apaziguador de Maia é muito bonito no papel, mas o comportamento do parlamentar no mundo real tem sido outro completamente diferente.

Selecionamos abaixo uma lista de ataques de Maia ao chefe do Executivo e ao governo federal durante este mês de abril. Confira:

“Só um esclarecimento, sem nenhuma crítica, apesar de que seriam merecidas em relação à fala mais uma vez de Guedes, transferindo a terceiros a responsabilidade dele quando nomeado superministro.”

“É claro que o presidente deveria ter cuidado maior em relação ao que posta. Ele hoje não é apenas dono de uma conta, um endereço no Twitter. Hoje ele é o presidente da República, e quando ele fala pelo Twitter, ele fala como presidente.”

“A gente vai ficando a reboque de decisões de outros países ou de pressões setoriais. O governo está muito tímido, não toma decisões.”

“Para cassar presidente, tem que ir ao Congresso. Não vou aceitar manipulação de ninguém, vou cumprir as leis, não adianta pressionar.”

“Governadores têm feito papel extraordinário sob orientação de Mandetta e o presidente critica governadores que seguem orientação de seu próprio ministro.” 

“Responsabilizado já se pode do ponto de vista das inúmeras entrevistas onde ele estimula o fim do isolamento sem nenhum embasamento científico, sem nenhum embasamento técnico.”

“Não podemos ser acusados em um dia e depois sermos a solução. O desrespeito à Câmara foi muito grande. Ficamos tranquilos e equilibrados, mas é uma questão na qual a sociedade cobra da gente responsabilidade.”

“O governo, no fundo, trabalha numa tentativa de divisão da Federação. O governo usa dados que vão contra as decisões que o próprio governo tomou. Faz críticas em relação ao projeto e tenta criar uma nova regra.”

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