Hospital da China exige pagamento para mãe ver as filhas

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Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Na maioria dos países desenvolvidos, pacientes de urgência têm prioridade, podendo ou não pagar pelo atendimento. Esse não é necessariamente o caso no regime comunista da China.


Um dia depois de Juliana Brandy Logbo ter dado à luz gêmeas, recentemente, em uma cesariana de emergência em um hospital chinês, ela pensou que o pior havia passado. Então, as cobranças por dinheiro começaram.

De acordo com informações do Estadão:

Primeiramente, afirmou Juliana, o hospital lhe disse que ela tinha de pagar US$ 630 em taxas de internação se quisesse ver suas meninas. Três dias depois, ela contou, o montante chegou a aproximadamente US$ 800.

Ela não tinha o dinheiro. As cobranças a levaram às lágrimas.

“Quero pegar minhas meninas porque preciso amamentá-las”, afirmou Juliana, uma liberiana de 28 anos que vive em Guangzhou. “Dei à luz minhas bebês e nem sequer posso vê-las. Em que tipo de país estou?”.

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