Governo da Hungria alerta para o perigo de um “governo global”

Porta-voz da Assembleia Nacional Húngara, László Kövér, alertou em um discurso que “tanto as maiorias como as minorias étnicas” estão sob a mesma ameaça: a possibilidade de um “governo global”.

No seu discurso em uma conferência no dia 19 deste mês, o membro-fundador do partido conservador Fidesz, do primeiro-ministro Viktor Orbán, afirmou que “a nova tática e ideologia de governo é criar (sociedades) sem identidade”.

Se referindo aos que propõem uma governança global como “colonizadores em potencial”, o porta-voz da Assembleia Nacional Húngara disse:

Eles querem separar as pessoas de suas identidades religiosas, familiares, nacionais e até sexuais para que elas não possam mais reconhecer, expressar ou defender seus próprios interesses.

A Hungria está na linha de frente de uma batalha lançada pelos globalistas contra os valores nacionais e conservadores defendidos pelo Primeiro-ministro, que jurou no mês passado colocar a “Hungria primeiro” e lutar contra os aliados da União Europeia que “querem mudar a identidade Cristã da Hungria e da Europa”.

Orbán, que faz oposição ferrenha ao plano da UE de institucionalizar uma migração em massa do terceiro-mundo – plano que os húngaros acreditam ser do bilionário globalista George Soros – tem grandes chances de ser eleito para um terceiro mandato em 8 de abril.

No dia 15 de março, dezenas de milhares de cidadãos da Hungria foram às ruas pela “Marcha da Paz” em apoio ao ministro e seu governo. Os organizadores à frente da passeata criaram cartazes com dizeres como “O lar antes de qualquer coisa” e “A Hungria protege a Europa” – em referência ao muro que existe na fronteira sul do país que parou o fluxo de imigrantes ilegais.

 

Traduzido e adaptado de: [Breitbart]

Matéria produzida pelo colaborador João Guilherme
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia