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Hungria criticada por proibir ideologia de gênero nas universidades

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O novo programa educacional proposto pelo premiê húngaro, Viktor Orban, ganhou destaque negativa na imprensa da França.

O projeto do governo conservador da Hungria alcançou um novo patamar, após o premie reiterar a decisão de excluir os estudos de gênero da lista de diplomas oficiais do país.

Viktor Orban, o primeiro-ministro da húngaro e “inimigo” autodeclarado do presidente francês, Emmanuel Macron, pode ser descrito como o principal representante da direita no continente europeu.

Recentemente, seu país foi alvo de um procedimento inédito da União Europeia (UE), quando o Parlamento Europeu votou, em 12 de setembro, o artigo 7.º do Tratado do bloco, que poderá punir Budapeste por não seguir os “valores” do grupo europeu.

Neste momento, segundo o jornal Le Monde que chega às bancas nesta quinta-feira (20), “a Hungria de Orban escolheu um novo inimigo e dá início a uma cruzada contra os estudos de gênero”.

O renomado periódico francês lembra que, em 14 de agosto, o executivo húngaro anunciou a decisão de remover “estudos de gênero” da lista de diplomas com credenciamento oficial.

A remoção dos estudos de gênero da grade escolar e acadêmica húngara será efetivada neste mês de setembro, segundo o Le Monde.

Adaptado da fonte RFI

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