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Hungria e Eslováquia elogiam decisão da Itália de rejeitar imigrantes ilegais

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Os líderes da Hungria, Viktor Orbán, e da Eslováquia, Peter Pellegrini, elogiaram nesta terça-feira (12) a decisão da Itália de não autorizar a entrada da embarcação com centenas de imigrantes ilegais a bordo.

“Quando ouvi a notícia, suspirei e disse: finalmente!”, declarou o primeiro-ministro da Hungria à imprensa em Budapeste.

O novo governo direitista da Itália rejeitou a chegada em seus portos de uma embarcação que transportava 629 refugiados, uma medida que foi criticada pela ONU, pelo Conselho da Europa e por várias ONGs.

Segundo o líder húngaro Viktor Orbán, “durante muito tempo” se argumentou que as fronteiras marítimas não podiam ser defendidas.

“O que faltava era a vontade e não a capacidade”, acrescentou Orbán, conhecido pela rejeição categórica à imigração e aos refugiados, a quem relaciona com o terrorismo e a criminalidade.

Por sua vez, o líder eslovaco, Peter Pellegrini, considerou que atualmente, se uma pessoa “se joga na água, pode ter certeza que será levada ao território da União Europeia”.

“A decisão italiana é só um começo que obrigará outros países a criar um sistema eficaz de defesa das fronteiras”, opinou o primeiro-ministro da Eslováquia.

“Não mudaremos nossa visão de poder decidir com quem queremos conviver”, disse Pellegrini, que acrescentou que a maioria da população da Europa “está de acordo com o que diz sobre o tema o Grupo de Visegrado” (formado pela Hungria, Eslováquia, Polónia e República Tcheca).

 

Com informações de BOL

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