Hungria ignora protestos dos sindicatos e promulga lei de flexibilização trabalhista

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Hungria ignora protestos dos sindicatos e promulga lei de flexibilização trabalhista
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Apesar de intensos protestos da esquerda, a legislação húngara que flexibiliza o tempo de trabalho foi promulgada nesta quinta-feira (20).

Em um comunicado, o governo da Hungria garantiu que esta controversa lei, segundo a qual os empregadores podem pedir aos seus funcionários para fazer até 400 horas extras por ano, pagáveis no prazo de três anos, “não diminui” os direitos dos trabalhadores.

O porta-voz do governo disse que há exemplos equivalentes ou mesmo mais rigorosos de legislação trabalhista na Irlanda, no Reino Unido, na República Checa e na Dinamarca, registra a “ISTOÉ“.

Após a votação do Parlamento, os sindicatos apelaram ao premiê Viktor Orbán, ameaçando iniciar uma greve geral e bloqueios nas estradas caso a lei fosse promulgada.

Uma nova manifestação está marcada para a noite desta sexta-feira (21) em Budapeste, após uma série de protestos quase diários, desencadeados após a adoção da reforma, conforme noticiou a RENOVA.

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