‘Hungria nunca será um país de migração’, diz chanceler na ONU

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O chanceler húngaro disse que seu governo vai ‘proteger sua população e sua cultura de mais de mil anos de cristianismo’.

Em discurso na ONU, o chanceler da Hungria, Péter Szijjártó, deixou claro que seu país não abrirá suas fronteiras aos estrangeiros e criticou as Nações Unidas por “mentir sobre a existência do direito à migração”.

“A Hungria nunca será um país de migração. Nunca!”, garantiu o ministro de Relações Exteriores húngaro ao se dirigir à comunidade internacional.

O discurso do porta-voz do governo da Hungria causou profundo mal-estar entre ativistas de direitos humanos, segundo informações do Estadão.

A declaração foi uma resposta a relatórios que haviam sido apresentados na ONU com denúncias de violações de direitos humanos no país dirigido pelo premiê Viktor Orban.

Curiosamente, o governo direitista da Hungria só começou a ser atacado com mais força pela comunidade internacional após controlar a influência das ONGs de George Soros no país.

Segundo o chanceler húngaro, os analistas da ONU “espalham mentiras sobre o meu país”:

Relatores recebem salários com base no que os Estados pagam, incluindo o que a Hungria paga. E eles usam suas posições para espalhar mentiras inaceitáveis. Os relatores precisam sempre respeitar os Estados e nunca insultar seus povos.

Sobre o levantamento realizado pela ONU, ele acusou a entidade de “produzir coisas sem sentido”.

Os documentos são desequilibrados e são coleções de mentiras. Eles questionam a maturidade do povo e se eles são capazes de escolher seu futuro.

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