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Ignorado por Obama, premiê da Hungria se aproxima de Trump

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Durante anos, o governo Orban buscou estreitar relações com Washington, gastando milhões de dólares em lobby, mas não obteve sucesso.

Apesar de todo o esforço do governo, o ex-presidente americano Barack Obama condenou persistentemente o premiê da Hungria ao ostracismo, evitando contatos bilaterais de alto nível como punição por seu viés conservador.

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, é o líder direitista mais influente da Europa. Ele é o principal defensor da “revolução contracultural” na União Europeia e declarou-se protetor da identidade cristã do continente europeu.

Agora, no entanto, o governo Donald Trump acena com uma nova estratégia em relação à Hungria.

Em maio, o chanceler Mike Pompeo se reuniu em Washington com seu colega húngaro, Peter Szijjarto, encerrando um período de seis anos sem contatos bilaterais de alto nível. Em junho, Trump falou por telefone com Orban.

A mudança alarma os que defendem a agenda politicamente correta de fronteiras abertas, enquanto outros afirmam que a política de Obama que visava isolar Orban fracassou, e criou uma abertura para influências russa e chinesa.

Adaptado da fonte Estadão

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