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Igreja Católica tenta sobreviver na Cuba comunista

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"Em Cuba, a Igreja está … colocando o pé na porta para que ela fique aberta", diz padre.

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Após a revolução de 1961, o novo regime comunista em Cuba confiscou os bens da Igreja Católica, incluindo escolas e clínicas.

Mais de 130 padres foram expulsos do país.

Cuba era um país ateu até 1922, quando alterou suas leis para se tornar oficialmente “laico“.

No entanto, um escritório governamental de assuntos religiosos ainda regulamenta tudo o que está relacionado com religião por lá.

Enquanto isso, em um país onde o estado é o principal empregador, católicos praticantes ainda são proibidos de trabalhar para certos ministérios do governo.

Agora, segundo a agência France-Presse, uma pequena ordem católica tornou-se uma parte indispensável da comunidade de Placetas, oferecendo o essencial para a sobrevivência de sua população economicamente devastada de cerca de 40 mil habitantes.

Os padres se tornaram, em parte, um substituto do regime comunista, que em Cuba tem controle político sobre quase todos os aspectos da vida.

Em Placetas, quatro padres da França criaram três creches, cinco refeitórios populares, um centro pós-escolar, um internato e um asilo.

Em Cuba, a Igreja está … colocando o pé na porta para que ela fique aberta“, afirmou Jean Pichon, de 38 anos, um dos quatro clérigos que se mudaram para Placetas há 15 anos.

O sacerdote, no entanto, insistiu que “a ideia não é converter pessoas ou buscar um papel mais proeminente, mas ajudar de forma verdadeira“.

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