Igreja em Montes Claros nega bancar defesa de esfaqueador

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Advogados que defendem o esfaqueador de Jair Bolsonaro têm versões diferentes sobre o pagamento de honorários.

O pastor Antônio Levi de Carvalho negou que a Igreja do Evangelho Quadrangular em Montes Claros, no estado de Minas Gerais, esteja custeando os gastos com os advogados de Adelio Bispo de Oliveira – o militante de esquerda que esfaqueou o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) na última quinta-feira (6).

Segundo familiares, o acusado se tornou missionário há oito anos, o que levantou suspeita de que o grupo religioso financiasse a defesa.

Os quatro representantes legais do homem que agrediu o candidato deram versões divergentes sobre quem paga os honorários.

“A igreja (do Evangelho Quadrangular) não reconhece o senhor Adelio como membro desta igreja”, afirmou o pastor Levi. “A igreja informa que não pagou absolutamente nada de custas processuais dos advogados do senhor Adelio”, completou.

O pastor demonstrou estranhamento com a informação de que a defesa seria paga por uma ‘congregação’ de Montes Claros: “Conhecemos a realidade da nossa cidade, que é difícil. Quem aqui teria dinheiro para contratar advogados de um calibre desse?”.

Adelio é defendido por quatro advogados. Zanone, inclusive, deixou Belo Horizonte às pressas em avião próprio rumo a Juiz de Fora.

Ao lado dele, estava Fernando Magalhães. Marcelo Manoel da Costa disse que trabalha no caso especialmente por conta da visibilidade, já que os valores pagos são ‘irrisórios’.

Adaptado da fonte EM

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